sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sobre "Cinema"

Cinema by Rodrigo Leão



e eu sou tudo para ti
essa tinta que te manchou
memória que perdura
e tu és tudo para mim
sorrisos que não cessam
um amanhecer eterno
e junto seremos o que o mundo não viu ainda
ser único, almas inseparáveis
de olhares infinitos
conversando pela vida fora
sê comigo o que jamais foste com alguém
entrega-me o que nunca entregaste a quem mais amavas
e jura que é para sempre,
eu juro que farei o mesmo.
porque és tu quem eu escolhi
e é este o momento em que me entrego
a ti, que me completas
que me levas mais longe
que me tornas mais forte
que me fazes feliz...

aceita-me.

XOXO

4 comentários:

  1. lol tnho d t dizer + alguma coisa além do k ja diss n msn??
    é k entretanto o teclado ta a falhar, cmo o meu queixo caiu e tal... baba, teclas...
    :P

    pah, mto bom. mesmo.
    (e pensa no livro k eu t disse :D)
    aí o Rodrigo é 1 escolha 5 estrelas ^^

    bj*

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  2. Vou transcrever:

    "Deixa, um dia destes pego em ti e fazemos algo juntos. Só para não dizeres que não consegues fazer igual."

    (Tu sabes onde está e em que circunstâncias)

    Retiro o que disse. Não há necessidade disso. A verdade é que não sabes mesmo fazer igual...fazes melhor (mas só ligeiramente melhor! xD)

    ...

    E sabe tão bem deixar-mo-nos desprotegidos...

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  3. You rule. I know it, you know it and everyone knows it. So...let's just follow the other path:

    Ora...as palavras têm o significado que o leitor lhes quer dar e, na minha opinião, o poema é feliz. E arrisca a sua própria felicidade numa jogada que pode fazer com que esta não desapareça, quiçá, nunca mais.

    Thing is... (e como tu própria disseste) o poema sem a música não é nada. É a música que lhe dá significado...como se uma parte dele se recusasse a baixar os braços e continuasse a lutar mesmo sabendo que já não há nada a fazer para que isso aconteça, como se o violino (que representa o poema) quisesse manter essa esperança até ao fim dos seus dias pois, no fundo, a sua felicidade depende disso mas o piano, que representa a realidade, tivesse consciência que já não há nada a fazer e que grita de dor...a dor de querer voltar atrás e tentar de novo mas não pode.

    É apenas a minha maneira de ver as coisas e não a maneira como penso...

    bah chega de disparates!

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  4. "Baralhas-me os sentidos,
    Tocas-me de raspão
    Com intenções pouco honrosas,
    Tens tudo premeditado
    Como todas as palavras que soltas
    Como todos os actos
    Tão mecanizados
    Embelezados!
    Desejas esse néctar divino
    E arriscamo-nos por ele,
    Sorrimos por o fazermos!
    Gargalhadas soltas
    Por quase pisarmos o risco!
    E ficamos por ali
    Na sombra dos nossos sonhos
    Afastados por meros centímetros
    Um passo apenas…
    Mas esse medo de perder,
    Esse medo do fogo cruzado
    Dessa guerra com fim predestinado,
    Prega-nos ao chão
    Com amarras de ferro!
    E ficamos por ali,
    Trocamos um olhar quase mudo,
    Sussurras-me o impossível
    Confessas-te quase em surdia
    Tentas dizer o que não és capaz…
    Encolho-me na minha subtileza
    Sorriu-te sem pronunciar uma única palavra
    Que ouves atento!
    Segues-me os passos
    Deixamo-nos levar por esta dança
    Sombria,
    Quente,
    De ritmos combinados,
    Sem nada dizer,
    Porque o que sobeja
    É o suave selar dos nossos lábios sedentos
    Das confissões temidas
    De algo que é só nosso!"


    Afinal tudo se resume a uma cumplicidade que só é possível quando as peças do puzzle se encaixam tão bem.E mesmo que o fim do caminho esteja proximo,há passos que nunca se iram apagar...

    Não preciso dizer mais nada, porque nós já sabemos que há coisas que não são para falar...apenas é aquilo e o simples facto de nos deixarmos ficar a admirar algo já significa tanto!

    Queres escrever um livro comigo??

    BJaooooo
    **********

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